O título deste post na verdade é surrupiado do e-mail que meu irmão enviou com a transcrição de uma notinha no BlueBus de ontem:
As marcas tradicionais da mídia querem aparecer melhor no Google
09:57 Um grupo de marcas tradicionais da midia – BusinessWeek, ESPN, Hearst, The New York Times, Time e The Wall Street Journal, entre outros – está pressionando o Google por causa da maneira como o site organiza os resultados das buscas. Argumentam que nao é justo que sites e blogs que repetem conteudo apareçam melhor posicionados do que aqueles que produzem o material original. Um dos fatores que pesa na formula de organizaçao dos resultados das buscas é o numero de links dados a uma página. As empresas avaliam que isso penaliza o conteudo pago, fechado para assinantes, portanto pouco linkado por outros sites. Querem que as fontes originais sejam reconhecidas como mais importantes nos resultados das pesquisa dos usuarios. Leia mais em noticia do Ad Age.
Ok, beleza. A cegueira nas mentes desses sujeitos realmente chega a ser pertubadora, pois já diz o ditado que o pior cego é aquele que não quer ver, não é mesmo?
Mas aí então vejo que o buraco é mais embaixo, ao folhear a Veja desta semana que recebo aqui no trabalho e me deparar com uma matéria intitulada Rede de Bobagens, sobre o livro de Andrew Keen, O culto do amador. Vale a leitura. Sobretudo pela quantidade de bobagens ditas ali, no melhor estilo do discurso preconceituoso com o que é novo, pela maneira costumeira de julgar com valores antigos e, sobretudo, inadequados um contexto revolucionário que está sendo implementado pela difusão e popularização das novas mídias digitais.