Endosso cada palavra de Sergio Leo em relação à cobertura da imprensa logo após a morte de Clodovil (mais sobre ele aqui ou aqui). É claro que a reação natural à morte de alguém é sempre pensar “que Deus o tenha” ou coisa que o valha, por pura misericórdia ou mero medo do que pode nos acontecer a qualquer momento. É sempre bom torcer que Deus nos tenha também. Mas daí a santificar todo e qualquer sujeito que morre, fica um pouco complicado. Basta lembrar que quando ACM (biografias aqui ou aqui) morreu, faltou dizer que ele foi o maior estadista que o país já teve. Coisas da vida. E da morte.
No mais, vamo que vamo. Muito trabalho pela frente no dia de hoje…