Perdeu aquele filme indicado ao Oscar em 2002? A galera quer se armar pra assistir a trilogia d`”O Poderoso Chefão”, mas na tv de 20″ da sala de casa perde toda a graça? Nunca existe a menor possibilidade de conseguir assistir aos indicados em Cannes simplesmente porque a maioria dos filmes sequer chega ao Brasil?
Seus problemas acabaram!!! O Movie Mobz é uma rede social voltada para o cinema. Não importa se o título está em cartaz ou não, importa é juntar uma galera em comum e pimba!, se bobear pode passar até “Lawrence das Arábias” numa sala perto de vc neste final de semana.
Perguntar não ofende: se Nelson Mandela ainda estava na lista oficial de terroristas reconhecidos pelos EUA, quão confiável será essa lista?
Realmente… E o pior é que nem precisa ir longe: se não me engano o Gabeira faz parte desta lista também, em decorrência do sequestro do embaixador dos EUA há mais de 30 anos, sob a ditadura militar aqui no Brasil. Hoje o sujeito é deputado federal democraticamete eleito e sequer pode ir à uma Assembléia das Naçoes Unidas em Nova York porque, afinal de contas, é um elemento perigoso.
Bom… Que essa nova lei para punir motoristas que tenham escovado bem os dentes e utilizado enxaguante bucal é um despropósito absoluto, isso nem precisa ser mencionado.
Não é exatamente uma nova regra do blog, mas como comentar futebol às segundas é o segundo esporte nacional, perdendo só para a prática do futebol aos domingos, porque não registrar aqui meus próprios comentários?
Obviamente, não dá pra prometer uma leitura ampla do futebol. Não sou boleiro a ponto de acompanhar todos os 10 jogos da rodada pra comentar. Acompanho, aos trancos e barrancos, pelo menos 1 jogo da rodada, aquele que tem o Palestra em campo. Ou seja, comentários de torcedor apenas.
E tem que ser registrado aqui que ontem foi um jogo bom do Palmeiras. Só deu verdão. 1 a zero num pênalti que, verdade seja dita, não existiu, mas serviu pra compensar as n outras oportunidades de gol perdidas pelo time. E o golaço do Denílson justo quando o Náutico começava a querer empatar o jogo. Dava pra ter sido por mais gols. Mas o que importa é que agora rolam só 3 pontinhos de distância pros urubus.
Continuando assim, em mais duas ou três rodadas a liderança é nossa.
Como diz o Divino, faltam só mais 30 jogos pro penta!
Simplesmente indefensável o projeto de lei de autoria do senador Eduardo Azeredo. Na verdade, indefensável é toda sua legislatura, pelo menos no que diz respeito à web. Concordo que é preciso impor alguns limites, pois abusos acontecem na internet, bem como em qualquer outro ambiente social. Mas é preciso entender um pouco mais da ordem um tanto anárquica tão própria da rede. E entender que o mundo mudou…
Na verdade, é preciso repensar até mesmo o papel do Estado e das empresas num universo em que cada dia mais as fronteiras se virtualizam e tornam-se menos perceptíveis a cada novo nó na rede.
Mas aí a conversa já começa a ficar filosófica demais. E, pelo menos agora, é preciso pragmatismo para barrar a implementação de uma lei que é, literalmente, do século passado.
Há um quê de poético em se pegar um avião nestes dias frios, de céu fechado e tudo cinza: logo depois do avião decolar, o Sol volta a existir. E dá até aquela sensação de que lá no alto, os problemas aqui debaixo são tão pequenos…
Navegar é preciso, reza a lenda. E navegando, cheguei até El Roto, autor desta charge aí de cima e publicado no El País (Espanha). Excelente dica pra quem gosta de catuns.
Na verdade ontem ficou difícil de escolher qual foi o pior time em campo, se Brasil ou Argentina. Mas como devo me preocupar com o Brasil, engrosso o coro daqueles que criticam o Dunga. Desde 2006 na selação, ele até hj não conseguiu montar um time, uma base, dar padrão de jogo, nada, nada… Resultado: acho que desde 90, esse é um dos piores times da seleção que já vi em campo.
E a CBF também tem sua enorme parcela de culpa nisso tudo, ao marcar jogos amistosos com times inexpressivos em turnês nos quatro cantos do mundo, menos no Brasil.
Continuando assim, vamos longe mesmo…
Muito, mas muito mais que pode imaginar nossa vã filosofia.
E o exemplo maior disso é que novamente ele, Geraldo Alckmin, é pivô de racha partidário para emplacar sua candidatura à prefeitura de São Paulo. Da mesma forma como aconteceu nas últimas eleições presidenciais, Alckmin virou sinônimo de desunião dentro do PSDB.
De forma alguma quero defender o grupo pró-Kassab ou pró-Serra. Quero só é constatar que essa sede de poder que Alckmin sente é, no mínimo, doentia. Alckmin virou um trator que impõe a qualquer custo sua candidatura. E está conseguindo, aos poucos, mas com muita eficiência, minar todas as bases do PSDB.
Mas também não acho que Alckmin tem esse impulso todo. Com certeza tem gente por trás dele dizendo vai, arrebenta mesmo. E o que é pior: é tucano graúdo que deve estar incentivando essa cizânia toda.
Na minha mente conspiratória, acho até que é tucano ex-presidente da república. E quem está adorando ver tudo isso, enquanto come seu pão de queijo, é o tucano quem quer ser presidente em 2010.
Ao invés de criar um canal de televisão que ninguém assiste, como é o caso da TV Câmara e da TV Senado, o parlamento inglês criou seu brand channel no YouTube: http://uk.youtube.com/ukparliament.
Não faço a menor idéia de quais têm sido os resultados obtidos com isso, mas de qualquer maneira, acho que esse é um bom exemplo de como a utilização de canais no YouTube pode ir muito além da exibição de vídeos: podemos nos aproximar de públicos absolutamente diferentes e aproveitar, inclusive, a participação de usuários como fonte saudável de críticas à marca, produto ou serviço que estamos divulgando.
Esse é o melhor adjetivo que eu posso encontrar pra qualificar a decisão do juiz eleitoral que condenou a Folha de S.Paulo e a Editora Abril pela publicação de um entrevista com a pré-candidata à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy. Em ambos veículos, inclusive, fica claro que aquela entrevista é a primeira de uma série com todos os demais principais candidatos à prefeitura. Ou seja: não se trata de dar vantagem a este ou àquele candidato, mas simplesmente o mais básico dos princípios jornalísticos de procurar informar a audiência sobre o perfil e propostas dos candidatos.
E a esta decisão, soma-se a proibição da propaganda eleitoral na internet, censurando a opinião de usuários que, longe de serem jornalistas, querem simplesmente exercer seu direito de livre expressão, declarando apoio a um ou outro candidato, sob as mais diversas formas em sites particulares, blogs e redes sociais.
Se a carruagem continuar assim, francamente, peço pra sair. Não dá pra confiar num sistema judiciário que parou no tempo. Mas como a esperança é a última que morre, espero que em instâncias superiores essa decisão seja revertida.
Aqui, a notícia na Folha de S.Paulo (exclusiva para assinantes do jornal ou do UOL). Aqui, a reprodução da notícia na Folha Online, aberta para todos.
Eh mania de querer criticar o governo e não saber como fazer. No meio da discussão sobre se a criação do Fundo Soberano é realmente necessária, com opiniões fundamentadas de economistas a favor e contra (apesar de que não sei se existem realmente opiniões fundamentadas de economistas), o portal Exame publica a seguinte nota, direto da Agência Estado:
Brasileiro gasta logo as moedas que junta, diz pesquisa
Agência Estado Se o governo começar a guardar dinheiro no ritmo que o brasileiro junta moedas no cofrinho, o Fundo Soberano do Brasil (FSB) pode demorar um pouco a sair. Pesquisa feita no ano passado mostra que só 25% dos brasileiros guardam moedas. Entre esses, mais da metade (54%) não agüenta esperar e usa o dinheiro em uma semana. Há os que são mais ansiosos ainda: 2% usam as moedinhas em menos de uma semana. Conforme o tempo passa, diminui o número de pessoas que conseguem manter o dinheiro no cofrinho: 14% mantêm por um mês, 8% por seis meses, 4% por um ano e apenas 3% por mais de um ano.
A pesquisa, feita pelo Datafolha a pedido do Banco Central (BC), mostra que 75% das pessoas que recebem moedas não conseguem colocá-las no cofre. Mas há uma parcela que junta moedas pensando no futuro, como comparou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ontem, ele disse que o FSB, que vai ajudar empresas brasileiras no exterior, terá funcionamento semelhante ao hábito de juntar moedas em um cofrinho.
É como um cofrinho. Você não tem cofrinho na sua casa? Você ganha o salário, faz as despesas e sobram recursos. Aí você coloca no cofrinho. Vamos colocar no cofrinho o excedente, disse ele, ao anunciar a criação do FSB. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Como disse meu irmão outro dia, pergunta básica que deve ser respondida por qualquer jornalista antes de publicar bobagens desse tipo é “e daí?”.
As redes sociais agora podem sair de suas origens e se espalhar por todos os sites da web. É este o potencial do novo serviço do Google, o Friend Connect.
Sob vários aspectos, uma grande novidade. Sob o aspecto aqui do meu trabalho, significa que definitivamente a era da propaganda criada em laboratório foi pro espaço. Podemos e, mais importante, devemos incluir as pessoas no processo de desenvolvimento da comunicação de marcas, criando vetores sociais de disseminação de conceitos e possibilitando às próprias pessoas que interfiram no processo a fim de dar mais vida e autenticidade às campanhas.
No fim do dia, isso significa que “criar campanhas virais” não é mais uma opção ou pedido insano de cliente, mas sim uma necessidade para as agências de propaganda. E, uma vez que “viral” é algo que não se cria, simplesmente surge de acordo com a predisposição da audiência em passar algo adiante ou não, precisamos saber mais desta audiência como ela se comporta por ela mesma.
Milhares de sapos de repente migram de um lugar para o outro? Então é melhor sair de dentro de casa, montar uma barraquinha no meio de algum descampado e esperar: vem um terremoto por aí.
Pelo menos é essa a conclusão a que se pode chegar depois de ler esta notícia na Folha Online, sobre a repentina migração de sapos dias antes do enorme terremoto na China.
Ok. Pode ser uma migração causada por diversos motivos. Mas que eu não descarto a hipótese deles serem mais precavidos que nós, não descarto não.
Antonio Carlos Bicarato (a.k.a. "Guará") é natural de Guaratinguetá/SP, de onde migrou para a capital do estado em 1997, para fazer faculdade de comunicação social - publicidade e propaganda na ESPM, quando a Vila Mariana ainda era um bairro bem mais tranquilo do que é hoje, por incrível que pareça.
Ainda na faculdade, começou a trabalhar com mídia on-line, ramo que permanece até hoje. Em 2003, teve um breve período sabático na Chapada Diamantina. Depois voltou, envolveu-se com sua amada patroa e teve, de brinde, uma patroinha. Virou, portanto, do dia pra noite, marido e pai de família. Mantém este blog atualizado entre uma e outra tarefa do trabalho ou demanda do lar. Não gosta de escrever sobre si mesmo na 3ª pessoa e por isso acha que vai acabar esta breve descrição de si mesmo por aqui. Mais detalhes sobre sua personalidade, gostos e desgostos, você pode checar pelos posts publicados por ele (eu mesmo).